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| Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil |
Apontado como próximo alvo das operações da Polícia Federal (PF), o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) foi à PF na última semana, de acordo com a Folha.
Além do baiano, o empresário Altair Alves, tido como emissário ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, também foi interrogado.
Apesar de ter ido à sede da polícia, Geddel ficou calado. Lá, fora interrogado sobra a suposta compra de silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB).
Os delegados perguntaram a Geddel e Alves se a “eventual compra do silêncio de Eduardo Cunha e de Lucio Funaro é do conhecimento e tem aval, direto ou indireto, do presidente Michel Temer”. Ambos mantiveram-se calados.
À PF, Funaro negou que tenha recebido dinheiro em troca de seu silêncio, mas disse que estranhou movimentações de algumas pessoas tentando sondar se ele acertaria um acordo de delação. Uma delas foi Geddel, segundo o operador.
Ao ex-ministro, os investigadores perguntaram se ele monitorava Cunha e Funaro por conta própria ou a mando de alguém. O operador está na Papuda (DF) desde julho do ano passado.
Cunha também foi interrogado. Respondeu apenas que não teve seu silêncio comprado, mas pediu para ver todos os documentos do processo antes de se pronunciar.

