O deputado estadual paranaense Renato Freitas (PT) voltou ao centro de uma nova controvérsia nesta quarta-feira (19), após ser flagrado em vídeos trocando agressões físicas com um homem em plena Rua Vicente Machado, no Centro de Curitiba. As imagens, amplamente divulgadas nas redes sociais, mostram o parlamentar discutindo, desferindo chutes e recebendo um soco no rosto, que teria provocado suspeita de fratura no nariz.
A assessoria do parlamentar confirmou que Freitas está passando por atendimento médico e que só deve se pronunciar oficialmente após realizar exames. Nas gravações, o deputado aparece acompanhado de outro rapaz, que tenta intervir no conflito. Em meio ao bate-boca, Freitas provoca: “Vamos, bonitão!”, antes de iniciar a troca de golpes.
O homem envolvido no confronto reage com ironias enquanto o parlamentar sangra: “Tá sangrando já?” ao que o deputado responde: “Então começou.” A sequência da briga segue até uma faixa de pedestres, onde os dois voltam a trocar golpes antes de serem separados por transeuntes. Em determinado momento, Freitas aplica um mata-leão, encerrando a disputa do outro lado da ru
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Até o momento, o agressor não foi identificado. A Polícia Civil e a Polícia Militar foram acionadas pela imprensa, mas ainda não deram retorno.
Quatro representações por quebra de decoro
A repercussão do episódio foi imediata. A Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) informou ter recebido quatro representações por quebra de decoro contra Renato Freitas apenas nas primeiras horas da tarde. Todos os pedidos serão encaminhados ao Conselho de Ética colegiado do qual o próprio deputado é integrante.
Segundo apuração, pelo menos uma das representações partiu de um vereador de Curitiba, enquanto as demais foram protocoladas por parlamentares estaduais.
Histórico de confrontos e sanções
Renato Freitas é um personagem frequente em episódios de embates físicos, verbais e confrontos com autoridades. Em 2021, quando ainda era vereador da capital, foi preso duas vezes uma por desobediência e resistência, outra por suspeita de agressão.
Em 2022, teve o mandato cassado e posteriormente reconquistado na Justiça. Já em 2024, na Alep, voltou a ser alvo de punição após ser acusado de facilitar a entrada de manifestantes no prédio do Legislativo
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