Top 50 salários do mercado expõem disputa por talentos e redefinem planos de carreira para 2026; confira lista

Com a proximidade do fim do ano, profissionais que planejam uma mudança de emprego ou até uma virada completa de carreira já começam a olhar com mais atenção para os números do mercado. Um levantamento elaborado a pedido da revista IstoÉ Dinheiro revela quais são os 50 cargos com os melhores salários atualmente ofertados no país, trazendo pistas claras sobre onde estão as maiores oportunidades.

O estudo foi elaborado pela Catho, uma das maiores plataformas de vagas de emprego do Brasil, que reúne cerca de 14 milhões de currículos e conecta, todos os anos, mais de 100 mil empresas em busca de novos profissionais.

Salários elevados e cargos estratégicos

Entre as funções listadas, a média salarial dos 50 cargos mais bem remunerados chega a R$ 2.080,67. O maior rendimento médio é registrado no cargo de técnico de atendimento, com salários que ultrapassam R$ 7,8 mil. No outro extremo do ranking, a função de gerente operacional ainda aparece entre as mais bem pagas, com média acima de R$ 4,1 mil.

Fonte: CATHO

A presença de cargos ligados à gestão, controle financeiro e tomada de decisão reforça a tendência de valorização de profissionais estratégicos dentro das empresas.

Áreas mais valorizadas pelas empresas

Segundo a Catho, há uma forte concentração de cargos das áreas de administração, marketing, financeiro e jurídico. São funções diretamente ligadas à sustentabilidade dos negócios e à condução das estratégias corporativas, o que explica os salários mais altos.

O levantamento também aponta que o setor de saúde mantém uma demanda constante, por se tratar de uma necessidade estrutural da sociedade. Já na área de tecnologia, a procura segue aquecida, mas com foco cada vez maior em perfis técnicos e altamente especializados.

Disputa por talentos e qualificação

Do ponto de vista das empresas, o ranking serve como um alerta sobre onde a concorrência por profissionais é mais acirrada e onde o planejamento orçamentário precisa ser mais robusto. Para os trabalhadores, a mensagem é clara: investir em qualificação contínua deixou de ser diferencial e passou a ser requisito.

De acordo com a Catho, os maiores salários estão cada vez menos associados apenas ao nome do cargo e mais ao valor efetivo que o profissional entrega, uma lógica que deve se intensificar ao longo de 2026.

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