Marina Silva ignora rejeição em pesquisa e critica adversários: “A mentira vai vencer a verdade”

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Candidata fez campanha em Salvador, na manhã desta segunda
Foto: reprodução/Instagram
De passagem por Salvador durante campanha, a candidata à presidência da República, Marina Silva (Rede), comentou sobre a pesquisa FSB/BTG Pactual, divulgada na manhã desta segunda-feira (10), que apontou 64% de rejeição à candidata durante as eleições.
Ao ser questionada pelo Varela Notícias sobre o possível motivo do aumento da rejeição, Marina desconversou e relembrou a campanha da ex-presidente Dilma Rousseff, no ano de 2014.
“Vou continuar dialogando com a população. Em 2014, tivemos uma campanha violenta. O marqueteiro João Santa recebeu 70 milhões do dinheiro roubado da Petrobras para fazer uma campanha mentirosa para Dilma e Temer, que jogaram nosso país nesse buraco”, criticou. “É uma campanha de Davi contra Golias, uma campanha franciscana, acordando às 4h da manhã, pegando o avião mais barato, me hospedando na casa de amigos, mas vou andar o Brasil inteiro para mostrar que o tostão vai vencer o milhão, a mentira vai vencer a verdade e o ódio será vencido pelo amor”, disse a candidata.
Marina citou também o pouco tempo na TV como desvantagem durante a campanha. “Tenho apenas 20 segundos. Os grandes partidos ficaram com todo dinheiro do fundo partidário. Eles têm dinheiro para espalhar mentiras contra mim”, reclamou.
Durante coletiva de imprensa, a candidata também foi questionada se precisou mudar as estratégias de campanha após o atentado sofrido pelo candidato Jair Bolsonaro (PSL), na última quinta-feira (06), durante um comício em Minas Gerais.
“Não trabalho com desconstrução de biografias, trabalho com criticas à ideias equivocadas. Resolver a segurança publica não vai ser na base da violência. Esta é uma ideia equivocava. Tão equivocada que, mesmo com todo aparato policial, Bolsonaro foi atingido por uma faca. Imagina se essa pessoa tivesse uma arma de fogo. Seria uma tragédia. Graças a Deus que temos o estatuto do desarmamento”, avaliou.
Fonte: Cíntia Kelly e Aina Kaorner
redacao@varelanoticias.com.br

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