Neto diz que vídeo íntimo atribuído a João Doria é ‘montagem ridícula’

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Prefeito de Salvador e presidente nacional do DEM afirma dar ‘graças a Deus’ por não ter participado do vale-tudo das eleições
Foto: Reprodução/ Alô Alô Bahia
O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), classificou como “montagem ridícula” um vídeo que circula nas redes sociais no qual o candidato a governador de São Paulo João Doria (PDB) supostamente aparece em uma orgia. Doria nega a autenticidade da filmagem.
“Existem leis no Brasil e regras que devem ser respeitadas. Não é um vale-tudo. Ontem, a gente viu o absurdo que fizeram com o candidato ao governo de São Paulo, João Doria. Aquela montagem ridícula de um vídeo com cenas íntimas que está muito claro que não foi dele. Mas como o objetivo de prejudicar a sua imagem”, lamentou Neto na manhã desta quarta-feira (24), em evento para o plano de concessão do Centro de Convenções da capital.
Expressando incredulidade, o democrata disse ter dado “graças a Deus” por ter ficado fora do pleito deste ano, o que chamou de “vale-tudo”. Ele culpou o PT pela propagação de fake news.
“Eu, honestamente, às vezes dou graças a Deus de não ter participado dessa eleição. Eu acho que passou de todos os limites. A partir daí, o brasileiro vai ter que exigir uma nova postura dos candidatos, dos partidos, das coligações. Não pode ser um vale-tudo. Não pode ser pega, edita, corta e solta na internet, no WhatsApp. E quem é o PT? O PT falando de fake news e sendo um dos principais responsáveis no país pela distribuição de fake news”, atacou Neto.
As declarações foram dadas quando o chefe do Executivo municipal prometeu punir responsáveis por espalhar material da legenda petista em parte da frota de ônibus da cidade.
“Todos sabem que a cidade hoje amanheceu com todos os ônibus adesivados coma estrela do PT. Como se trata de uma concessão pública, não pode ter partido. Tenho certeza de que esse não é o pensamento de todos os rodoviários. Não sei de onde partiu isso. O secretário Fábio Mota, de Mobilidade, já determinou notificação às empresas e ao sindicato, dado um prazo de 12 horas para a retirada do material sob pena de severas multas às empresas e aos sindicatos”, afirmou.
Fonte: Bahia.ba

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