O Terceiro Reich: Esquerda espanhola cria “espaços sem judeus” em 58 cidades

diversos
Movimento visa boicotar empresas, profissionais, artistas e tudo o que se relacionar ao povo judeu
Demonstrators shout slogans during an anti-Israel protest in front of the foreign ministry in Madrid May 31, 2010. Israeli marines stormed a Turkish aid ship bound for Gaza on Monday and 10 pro-Palestinian activists were killed, triggering a diplomatic crisis and plans for an emergency session of the U.N. Security Council. REUTERS/Andrea Comas (SPAIN – Tags: CIVIL UNREST POLITICS)
Anúncio:
Em 58 cidades espanholas, governadas pelos partidos de esquerda Podemos, IU e PSOE, estão vigorando os chamados “Espaços Livres de Apartheid Israelense” (ELAI), movimento que visa boicotar empresas, profissionais, artistas e tudo o que se relacionar ao povo judeu.
As moções desrespeitam as leis que protegem judeus contra a discriminação, mas mesmo assim foram aprovadas nas cidades lideradas pelos três principais partidos de esquerda do país. O crescimento do antissemitismo na Europa está intimamente ligado com a campanha pró-imigração, já que seus defensores são os mesmos que criticam Israel e apoiam radicalismos islâmicos.
Anúncio:
Na divulgação da campanha, no site Boicotisrael.net, os argumentos fazem questão de se autointitular “anti-racistas”, já que é um protesto contra o muro construído entre Israel e a Palestina. Os ativistas questionam o direito de Israel separar-se dos povos palestinos, mesmo diante de ataques terroristas contra o país vindos das áreas palestinas, onde atuam inúmeras células terroristas que desejam a extinção do Estado de Israel.
Na prática, judeus e entidades ligadas a Israel estão sendo discriminadas e expulsas da cidades europeias que aderem à campanha, que lembra a macabra perseguição aos judeus na Alemanha nazista.
As decisões políticas que restringem os acordos comerciais com israelenses têm sido aplicadas desde 2015. Nos documentos, se impunha o reconhecimento de um Estado Palestino pelos artistas da famosa companhia Mayumana, se eles quisessem ser contratados ou ter um teatro público para o seu musical, informou o site da revista Bras.il.
Essas restrições não ocorrem apenas em pequenas cidades despovoadas. O ELAI também está presente em cidades como Cádiz, Barcelona, ​​Pamplona, ​​Valência, Gijón, Santiago de Compostela, Rivas-Vaciamadrid e Gran Canaria.
As intenções das políticas locais foram concretizadas, dando origem a episódios anômalos e discriminatórios em uma democracia liberal como a espanhola. Assim, o prefeito de Cádiz, José María González, também conhecido como Kichi, cancelou um ciclo de filmes israelenses depois de ingressar na rede ELAI. Ele fez isso abertamente e disse que o conselho da cidade não contrataria ninguém de Israel para nenhuma atividade. Kichi negou que ele fosse “xenofóbico” porque estava lutando precisamente “contra a xenofobia dos israelenses”, informou o site.

from Ebahia News https://ift.tt/2SupIzb