| Reunião do Conselho Pleno do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia. |
Prefeitos e prefeitas da Bahia reclamam da “falta de flexibilidade” do Tribunal de Contas dos Municípios-TCM, com relação à análise da ultrapassagem do limite de gastos com pessoal [54% da receita], fator principal da rejeição da quase totalidade das contas de 2016, de Prefeituras e Câmaras Municipais. Das 165 contas analisadas até agora, 95 foram rejeitadas. A solução do problema para muitos dos atuais gestores seria a extinção da Corte. A proposta ganha o apoio do presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, deputado Ângelo Coronel (PSD), que planeja, nos próximos dias, levar à frente proposta de extinguir o TCM. O caso já é analisado pelo jurídico da Casa. Coronel é autor de Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que prevê a extinção do órgão. Enquanto aguarda uma posição do TCM sobre reivindicações feitas pelo presidente da União dos Municípios da Bahia-UPB, prefeito Eures Ribeiro (PSD), o presidente da ALBA antecipa que o texto que está sendo preparado “Vai ser uma PEC similar à que foi feita no Ceará”. A reclamação dos prefeitos é no critério usado pelo TCM que coloca no cálculo das despesas com pessoal, o gasto das prefeituras com funcionários terceirizados, aumentando o índice de reprovação de contas.
