Segurança abordou um garoto na máquina de refrigerantes, o chamou pejorativamente de moleque e quase o expulsou do local
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Foto: Reprodução / Facebook
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A Justiça do Rio de Janeiro condenou a rede de fast-food Burger King a indenizar uma mulher e o filho de 12 anos em R$ 24 mil por uma ocorrência de racismo que sofreram em uma unidade da rede no Rio de Janeiro em 2015. A defesa da empresa alegou “mero aborrecimento” sobre o caso, mas o recurso foi rejeitado.
A mulher e o filho passaram na loja após uma ida à praia e um segurança abordou o garoto, enquanto este carregava o copo com refrigerante, e o chamou pejorativamente de “moleque”. Se a mãe não intervisse, ele chegaria a ser expulso, segundo a denúncia.
Na decisão, o desembargador Jaime Dias Pinheiro, afirmou que “todo e qualquer ato de preconceito, intolerância e discriminação deve ser veementemente reprimido pelo Poder Judiciário, uma vez que não se coaduna com o Estado Democrático de Direito”.
Em nota, o Burger King afirmou que “abomina qualquer ato de discriminação, seja ela racial, de gênero, classe social ou qualquer outro tipo”, que preza pela “diversidade” e o “propósito” da rede é “fazer com que todos se sintam bem-vindos em nossos restaurantes”. A empresa afirmou que repudia qualquer tipo de preconceito e segue à disposição da justiça.
Fonte: Varela Noticias
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